Brasil

Empresários defendem juros menores em novo plano de socorro contra tarifaço

De acordo com eles, a composição final engloba o custo financeiro dos fundos, a taxa de remuneração do BNDES e spread do agente financeiro

Empresários com que a CNN conversou disseram que o novo plano do governo de socorro para os setores afetados tem um bom desenho mas criticaram a taxa de juros que serão cobradas.

De acordo com eles, nas operações indiretas feitas via bancos repassadores, as taxas de juros totais estimadas para o Plano Brasil Soberano 2026 variam entre 8,1% e 17,4% ao ano.

Os empresários dizem que essa composição final engloba o custo financeiro dos fundos (atrelados à Taxa LCD e aportes fixos), a taxa de remuneração do BNDES (1,5% a.a.) e o spread do agente financeiro (limitado a até 5% a.a.).

No quadro desenhado por eles repassado a CNN, as taxas totais por modalidade contratada via rede bancária distribuem-se da seguinte forma:

Taxas Finais Anuais (Estimativas Oficiais do BNDES): Calculado com o spread do BNDES e o máximo dos bancos repassadores.

  • Investimento: 13,5% ao ano;
  • Bens de Capital (Máquinas e Equipamentos): 15,1% ao ano;
  • Giro Exportação: 15,7% ao ano;
  • Capital de Giro Puro (MPMEs): 15,7% ao ano;
  • Capital de Giro Puro (Grandes Empresas): 17,4% ao ano.

Via CNN Brasil

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