[Via Campo Grande News]
O encerramento da campanha ao governo estadual de Reinaldo Azambuja (PSDB) reuniu 2,5 mil veículos em uma grande carreata na Avenida Afonso Pena na tarde deste sábado (27). Para o candidato à reeleição, foi um fechamento de um trabalho de proposição e defesa do trabalho realizado ao longo de quatro anos –e que, na atual disputa, tem como objetivo reforçar a necessidade “de continuar o trabalho responsável que melhorou o Estado”.
O ato político começou por volta das 16h nos Altos da Afonso Pena, onde se reuniram apoiadores seus e do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) que, horas antes, participaram de outras carreatas nas seis regiões urbanas. A concentração reuniu também lideranças políticas como o prefeito Marquinhos Trad (PSD) e o senador eleito Nelsinho Trad (PSD), além de deputados estaduais e federais.
Ao término do evento na Capital, Reinaldo avaliou que o resultado final dos meses de campanha foram positivos. “Tivemos uma campanha propositiva, na qual mostramos trabalho, mostramos o que fizemos e nossas propostas, contra adversários que só atacaram. Mas encerramos com tranquilidade e confiantes”, destacou, lembrando de acusações que envolveram investigações sobre sua gestão –sobre as quais destacou arquivamento de denúncia no STJ (Superior Tribunal de Justiça), acerca de irregularidades na concessão de incentivos a empresas, por falta de provas.
Reinaldo reforçou, ainda, que moveu sua campanha com a perspectiva de “defender o legado” de seu primeiro mandato no tocante a obras, investimentos e políticas de gestão, mas também de manter e melhorar os resultados.
“Quero ser governador para continuar o trabalho responsável que melhorou o Estado e soube superar os desafios impostos pela crise que enfrentamos. E em um momento muito melhor: tivemos quatro anos muitos difíceis e caminhamos para uma situação que nos dará mais tranquilidade para trabalhar e realizar ações e obras que vão melhorar a qualidade de vida nas 79 cidades do Estado”.
O candidato afirmou esperar que o eleitor “vote com responsabilidade” e entenda quem tem melhor competência e condições “para governar o Estado sem milagres, sem um salvador da pátria ou varinha mágica para fazer gestão e superar as dificuldades”.