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Hoje é Dia destaca o combate ao abuso e exploração sexual de crianças

Circuito MS

7:12 18/05/2025

Confira datas e fatos históricos da semana entre 18 e 24 de maio

Temos várias efemérides de destaque esta semana, mas vamos começar com uma das mais importantes: o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que mobiliza a sociedade todo 18 de maio. Esta luta ganhou, inclusive, a campanha Maio Laranja, para dar maior visibilidade ao tema. A data foi escolhida em memória de Araceli Cabrera Crespo, menina que foi vítima de assassinato há 52 anos, em Vitória (ES). Em 1973, o corpo de Araceli, que tinha oito anos à época, foi encontrado dias após ela ter desaparecido na saída da escola. A perícia concluiu que a menina foi violentada e morta. Dois herdeiros de famílias poderosas do Espírito Santo foram acusados de drogar, estuprar e matar Araceli. Mas nunca foram condenados. A efeméride conclama a sociedade a prevenir e combater qualquer tipo de crime de natureza sexual contra menores de idade, como salienta esta reportagem da Agência Brasil e esta outra da Radioagência Nacional. A gravidade deste problema foi salientada nesta edição do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil.

Este ano marca o centenário do ativista estadunidense Malcolm Little, conhecido como Malcom X. Mais tarde, ele foi nomeado Malik el-Shabazz, quando se tornou muçulmano. Malcom X nasceu dia 19 de maio de 1925 e foi assassinado em 1965. Foi um dos principais defensores dos direitos dos afro-americanos, e conseguiu mobilizar brancos e negros na conscientização sobre os crimes cometidos contra essa parcela da população. Saiba mais sobre Malcolm X nesta reportagem do Repórter Brasil, da TV Brasil, exibida em 2015. Esta edição do História Hoje, da Rádio Nacional, veiculada em 2014, aborda o assassinato do ativista por membros do Nação do Islã, organização da qual fez parte e se desvinculou tempos depois, por conflitos ideológicos. Também no dia 19 de maio, em 1940, nasceu o cineasta alagoano Carlos José Fontes Diegues, o Cacá Diegues. Um dos precursores do movimento artístico Cinema Novo, ele dirigiu obras marcantes, como os filmes “Ganga Zumba” (1964), “Quando o Carnaval Chegar” (1972), “Xica da Silva” (1976), “Bye Bye, Brasil” (1980), “Tieta do Agreste” (1996) e “Orfeu” (1999). Também se posicionou fortemente contra a ditadura militar, motivo pelo qual precisou se exilar na Europa entre 1969 e 1972. Ao longo de mais de 60 anos de carreira, teve intensa atividade também na literatura, e foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) em 2018, como mostra esta reportagem do Repórter Brasil, da TV Brasil. Cacá Dieges faleceu em fevereiro deste ano, aos 84 anos de idade. Sua morte foi noticiada com destaque na Agência Brasil, na Radioagência Nacional, e pela TV Brasil, nos jornais Repórter Brasil e Repórter Brasil Tarde
Via Agência Brasil

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