Política

PF e Ministério Público definem esquema de fiscalização para eleição

[Via Campo Grande News]

A Polícia Federal e Ministério Público Eleitoral definiram o esquema para fiscalizar e averiguar as denúncias sobre crimes eleitorais, no próximo domingo (7), com ações nas zonas e seções eleitorais, monitoramento nos locais de votação, assim como diligências para eventuais apurações e prisões, se for necessário.

O Ministério Público Eleitoral vai trabalhar em esquema de plantão, recebendo denúncias por telefone (3312-7200), com os promotores percorrendo as zonas eleitorais pelas cidades do Estado para verificar “in loco” como estão as votações e se existem eventuais irregularidades. Os procuradores investigando os casos que chegarem.

Já a Polícia Federal informou que não terá acesso direto ao eleitor, as ocorrências vão ser feitas depois que o Ministério Público ou Justiça Eleitoral requisitar estas diligências. Os agentes também podem atuar diretamente para reprimir algum crime em flagrante de delito. Cidades como Dourados, Naviraí, Ponta Porã, Três Lagoas e Corumbá, também seguem para sede da PF, nas demais serão encaminhados à Polícia Civil.

Os juízes eleitorais também ficarão de plantão, para eventuais decisões de última hora sobre candidatos, partidos e pessoas que cometerem irregularidades. A Polícia Militar também estará recebendo denúncias (190), para checar eventuais crimes, estando entre os mais frequentes a “boca de urna” e compra de votos.

Aparato – O secretário estadual de Segurança, Antônio Carlos Videira, anunciou nesta manhã (05), que 5,3 mil policiais militares, civis, federais, bombeiros, agentes penitenciários e peritos foram escalados para trabalhar em regime especial, para garantir a segurança do 1º turno das eleições, em Mato Grosso do Sul.

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